“Não nos calaremos, somos a sua consciência pesada; a Rosa Branca não os deixará em paz!”: Uma análise da resistência nos panfletos do grupo Rosa Branca

Maria Visconti

Resumo


Rosa Branca foi um grupo de resistência passiva que surgiu em Munique, na Alemanha, entre os anos de 1942 e 1943. Seus membros eram um professor e estudantes da Universidade de Munique. O grupo contou com os panfletos como forma de disseminar a resistência ao regime nazista, sem que seus integrantes fossem descobertos. O presente trabalho busca uma análise da resistência proposta pelo Rosa Branca, mobilizando conceitos como: resistência passiva, culpa, responsabilidade e liberdade. Para isso, será lançado um olhar sobre a memória produzida no pós-guerra sobre esse grupo, para compreender a complexidade do regime totalitário, utilizando como aporte teórico os autores Hannah Arendt e Zygmunt Bauman. A proposta é de não romantizar a resistência antinazista e compreender as singularidades dos jogos políticos dos atores e as ondas entre os conceitos. 


Palavras-chave


Rosa Branca; Panfletos; Totalitarismo

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DOI: http://dx.doi.org/10.14295/rbhcs.v8i16.338

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Revista Brasileira de História & Ciências Sociais - RBHCS

Qualis Capes B1 - A Nacional

ISSN 2175-3423


 

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