(Re)pecuarização e família no semiárido nordestino: um estudo sobre diferenciação social entre agricultores familiares no Sertão do Pajeú (PE)

Autores

  • Aldo Manoel Branquinho Nunes Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Palavras-chave:

(Re)pecuarização. Mudança Social. Agricultura Familiar

Resumo

O objetivo deste trabalho é analisar as dinâmicas de mudança social vivenciadas pela agricultura familiar do semiárido nordestino engendradas pelo processo de (re)pecuarização (entendida como o avanço do criatório de animais em detrimento da agricultura, em especial das lavouras temporárias e de auto-consumo), que se estabeleceu na passagem da década de 1970 para a década de 1980, com a crise dos ciclos do algodão e do sisal. Este texto empenha-se, especificamente, em analisar transformações (especialmente de diferenciação social) engendradas por dois grupos familiares, na área do Sítio Santo Izidro, no município de São José do Egito (PE) que, incentivadas por políticas de modernização institucional e por processos de racionalização produtiva, abandonaram, em momentos distintos, o projeto territorial que se apoiava na combinação cotonicultura/sisalicultura/culturas alimentares/pecuária para se dedicarem quase que exclusivamente à pecuária e, enfim, instituir uma nova dinâmica de territorialização.

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Biografia do Autor

Aldo Manoel Branquinho Nunes, Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Bacharel em direito pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), bacharel, mestre e doutorando em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

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Publicado

2013-07-07

Como Citar

Nunes, A. M. B. (2013). (Re)pecuarização e família no semiárido nordestino: um estudo sobre diferenciação social entre agricultores familiares no Sertão do Pajeú (PE). Revista Brasileira De História &Amp; Ciências Sociais, 5(9). Recuperado de https://www.rbhcs.com/rbhcs/article/view/10523